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sábado, 3 de agosto de 2013

Amanda Nunes comemora vitória na estreia.


RIO - Pojuca pode comemorar. O município baiano de 34 mil habitantes a pouco mais de uma hora de Salvador é a cidade natal da primeira brasileira a assinar um contrato com o UFC. Aos 24 anos, Amanda Nunes realizou um sonho que até pouco tempo podia parecer impossível. A estreia feminina no UFC aconteceu apenas no último final de semana, quando Ronda Rousey derrotou Liz Carmouche mais de 19 anos depois da primeira edição do evento.
- Sou a primeira baiana e a primeira brasileira a ser contratada pelo maior evento de MMA do mundo. Vou comemorar treinando para chegar lá e dar show! - garante Amanda.
Em entrevista por telefone ao GLOBO, ela conta que foi surpreendida no domingo pelo toque do telefone. Era o aviso de que havia sido anunciada como lutadora do UFC.
- Acordei com uma mensagem de parabéns no celular e pensei: “Opa... meu aniversário não é hoje!” - diverte-se, antes de falar sobre sua reação. - Isso é como um sonho! Já chorei, já pirei, já gritei... É muito gratificante.
Assim como vários dos principais lutadores brasileiros, Amanda também mora nos Estados Unidos. Ela mudou-se para Miami, na Flórida, há um ano, onde treina no MMA Masters. No Brasil, reclama que teve poucas oportunidades e que seu único patrocínio era Dona Ivete, sua mãe (“E não é a Ivete Sangalo!”, brinca). Extrovertida e com riso fácil, a baiana fala sério ao lembrar uma das razões por ter resistido às dificuldades do esporte.
- O irmão da minha mãe também era lutador de MMA, isso quando o esporte ainda era chamado de Vale Tudo. Eu cheguei a acompanhar algumas lutas. O meu tio José Alves sempre foi um grande incentivador, mas faleceu há cinco anos. Eu prometi que daria continuidade à luta dele e estou fazendo isso - diz Amanda, que nunca exerceu outro trabalho além de lutadora de MMA.



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