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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Lyoto aposta em velocidade, jiu-jítsu e combinações para derrotar Hendo.

Depois de seis meses sem lutar, Lyoto Machida está pronto para voltar ao octógono do UFC neste sábado, em Anaheim, cidade americana que fica a 30 minutos de Los Angeles, onde ele tem uma casa. O desafio que o baiano terá pela frente neste sábado será um dos mais difíceis da carreira. No seu caminho, nada menos do que o experiente Dan Henderson, ex-campeão no Pride e no Strikeforce.


Por telefone, Lyoto atendeu a reportagem do SPORTV.COM e falou sobre as expectativas para a luta e sobre o futuro. Fez questão de desmentir que está resfriado e revelou que desta vez precisou perder peso para atingir o limite dos meio-pesados, algo raro em relação às pesagens por que passou recentemente, e também mostrou o caminho para a vitória.

- Acredito que posso levar vantagem na velocidade, na parte de chão e também nas combinações - declarou.

Abaixo, você pode conferir a entrevista completa:

SPORTV.COM: quem acompanha MMA sempre elogia o overhand de direita de Dan Henderson. Analisando o jogo dele na preparação, acha que esse realmente é o maior trunfo dele? Onde você considera que pode levar vantagem?
LYOTO MACHIDA: Dan Henderson é um cara completo, leva bem para o chão e, além da direita, tem a esquerda que ele usa bastante também. Mas realmente a mão direita é um grande triunfo dele. Acredito que posso levar vantagem na velocidade, na parte de chão e também nas combinações.


Seu adversário já está há mais de um ano sem lutar. Acho que isso pode te favorecer?
A gente sabe que ritmo é uma coisa superimportante, mas um cara com o nível dele está acostumado. O Henderson não está parado, está treinando há um tempo. É dificil falar, não penso nisso dessa forma.

Parte da imprensa americana relatou nesta semana que você está um pouco abatido e aparentemente resfriado. O que tem a dizer sobre isso?
Estou bem, nada a reclamar. Inclusive, essa vai ser uma das poucas vezes que vou ter que perder um pouco de peso. Estou com 95 kg (nota da redação: a entrevista foi realizada nesta quinta), me sentindo muito bem e preparado.


Posso lutar nas duas categorias, já que a meio-pesado está um pouco congestionada. Não quero lutar com qualquer um, lutar por lutar. De repente, se tiver um adversário importante na categoria de baixo, posso ir sem problema. Mas na verdade, nunca me interessei em baixar de peso. Tanto que nunca subi muito, fico com 93 kg ou 95 kg normalmente, nunca me descuido.

Além do Anderson Silva, há algum outro lutador do UFC que você não gostaria de enfrentar?
Prefiro evitar uma luta contra o Glover Teixeira ou contra o Roger Gracie. Tenho uma relação com eles que não tenho com outros lutadores.
Nesta semana, o Dana White fez uma dura crítica aos lutadores que recusam lutas. Você sentiu uma mudança de tratamento depois de não aceitar enfrentar Jon Jones no ano passado?
Foi um momento ruim, não tinha interesse na luta naquela situalção (com pouco tempo de preparação). Fui criticado não só pelo Dana White como também por outras pessoas. Foi uma atitude que acho que foi correta, era uma oportunidade, mas tenho que estar bem preparado. Não acredito que o UFC tenha mudado sua postura em relação a mim. Aconteceu o que tinha acontecer, e hoje estou com outra grande luta marcada.
Nos últimos eventos do UFC, temos visto muita presença do público brasileiro. Como tem sido a recepção aí durante a semana?
Estou na minha casa na verdade. Minha casa fica perto daqui (em Los Angeles), só cheguei hoje. Não tenho sentido muito o clima do hotel e o contato com os torcedores, mas com certeza espero um grande apoio do público no sábado.

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